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Daniela

O bairro Daniela está localizado na região norte da Ilha de Santa Catarina, a 26,4 km do Centro, entre os bairros Jurerê Internacional e Sambaqui. Atualmente, sua população fixa não ultrapassa os 1.000 habitantes, entretanto, durante a temporada de férias e veraneio esse número chega a triplicar. Trata-se de uma área predominantemente residencial e de veraneio. Construído de forma planejada, assim como Jurerê Internacional, possui ruas arborizadas, largos e calçadas. Em cada quadra do loteamento há faixas de terra destinadas a servir como pequenas praças. O comércio no bairro é bastante restrito, direcionado às necessidades dos moradores, formado por pequenos mercados e alguns prestadores de serviços, como imobiliárias. Grande parte dos empreendimentos comerciais estão concentrados na avenida principal. As opções de lazer noturno são escassas, entretanto, pela proximidade com Jurerê Internacional, é possível usufruir dos bares, casas noturnas e beach points mais badalados da cidade. Muito popular entre turistas do Cone Sul, Daniela reúne diversas nacionalidades e culturas durante o verão, com predominância de brasileiros vindos de São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Paraná e dos estados do Centro-oeste. Em Daniela não há hotéis, apenas algumas pousadas e muitas casas para aluguel de temporada.

História
Tanto o nome do bairro quanto da Praia da Daniela são homenagens à neta do senhor João Prudêncio de Amorim, empresário que ergueu um loteamento na região no início da década de 1970. No entanto, essas designações são consideradas extra-oficiais, uma vez que a legislação vigente não permite que logradouros públicos recebam o nome de pessoas vivas. É possível afirmar que a área saltou diretamente de seu estado natural para o de urbanização, sem passar por outros estágios de ocupação. Isto porque a Daniela só começou a atrair atenções entre as décadas de 1960 e 1970, quando a SC-401 foi construída e o acesso ao norte da Ilha de Santa Catarina tornou-se mais fácil, permitindo o desenvolvimento de alguns balneários. A construção do balneário da Daniela foi autorizada pela prefeitura em 1972, sob a forma de loteamento. A maior parte dos terrenos utilizados no projeto era coberta por mangue e pertencia à União, enquanto a segunda parcela era composta por terras que não pertenciam a ninguém. Na época, o Ministério Público não concordou com a instalação do loteamento, pois o projeto feria o Código Florestal. Ainda assim, as obras foram adiante e o loteamento foi instalado. Atualmente, a malha urbana do bairro encontra-se em expansão, ainda que a infraestrutura seja bastante limitada. A população fixa é responsável pelas poucas atividades comerciais presentes na Daniela, enquanto os proprietários de imóveis que têm o bairro como “segunda residência” se encarregam de boa parte das ofertas de hospedagem para o verão.

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